CRSI

75 anos de serviço público de educação

 
 
 
Contratos de Associação
CIRCUNSTÂNCIAS

Em 1996, o governo liderado pelo Eng.º António Guterres contactou o colégio, no sentido de celebrar com ele, como instituição religiosa sem fins lucrativos, um contrato de associação que visava a cobertura de duas turmas por ano letivo, dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico obrigatório.

O Colégio acedeu ao pedido, o que permitiu que muitas famílias de menores rendimentos tivessem a possibilidade de optar pelo projeto educativo do Colégio, reforçando deste modo os princípios da educação para todos e de liberdade do ensino consagrados na Constituição e na legislação vigente.

Para dar resposta ao desafio do Ministério da Educação e ao interesse das famílias, o CRSI cresceu em equipamentos e recursos humanos. Organizou e adequou sempre os seus melhores recursos, humanos e materiais, ao serviço da educação pública.

Hoje o Colégio serve uma população escolar que envolve cerca de 900 alunos, do pré-escolar ao 12.º ano e 700 famílias, cujas liberdades e direitos são colocadas em causa, com a legislação posta em vigor

 
Restrição dos Contratos de Associação
CONSEQUÊNCIAS

A restrição dos Contratos de Associação ora proposta compromete de forma inaceitável a continuidade deste projeto educativo:
  • anula compromissos assumidos entre o Estado Português e CRSI, perturbando a organização e estabilidade de toda a vida escolar;
  • desorienta o projeto educativo traçado pelas famílias para os seus filhos;
  • substitui o critério da qualidade pelo da quantidade na oferta educativa;
  • manipula as opções das famílias, contribuintes e eleitores;
  • desemprega colaboradores docentes e não docentes;
  • restringe a liberdade de ensinar e de aprender;
  • destrói a diversidade na oferta pública de educação;
  • favorece a discriminação e o ostracismo;
  • promove o elitismo;
  • aumenta o custo/aluno, agravando o Orçamento;
  • desacredita o Estado Português como figura de boa-fé.
 
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